quarta-feira, 15 de junho de 2011

O melhor legado

Um dia, você se vai. Sua equipe de trabalho também muda.

Pessoas vão e vêm. Produtos e serviços, idem... Quem ainda precisa de um datilógrafo? Ou de uma caixa registradora, daquelas com manivela?

Toda grande empresa começou pequena. Passou por mudanças e adaptações diversas.

A coisa mais valiosa que as grandes empresas têm, então, não é você, não são as pessoas, não é a natureza dos produtos e serviços, nem o tamanho. Tudo isso é muito importante, mas passageiro.

A única coisa passível de ser perpetuada numa empresa é o seu nome, a sua MARCA. Por isso, ela é seu mais valioso patrimônio. Grandes marcas são, por si só, sinônimos de sucesso. Dois exemplos:

- Se for anunciado um McDonalds no seu bairro, qual seu grau de dúvida de que dará certo, mesmo não conhecendo as pessoas que vão trabalhar lá?
- Por outro lado, se você mantiver toda a estrutura, atendimento e serviços de um Banco Itaú, mas trocar o nome na fachada para Banco do Joãozinho, em quanto isso compromete a sua credibilidade?

Se você quer ver sua empresa nesse caminho, se quer deixar como legado um nome de verdadeiro sucesso para seus herdeiros, venha saber comigo como fazer.

zeelias65@gmail.com

segunda-feira, 25 de abril de 2011

sábado, 16 de abril de 2011

Despesas extras

Atenção: este é um texto de humor. Qualquer semelhança com sua vida real pode não ser mera coincidência, mas não deve ser levado a sério.

LUXO = despesa extra que serve pra chamar atenção de sequestrador, de gente fútil e de parentes inconvenientes.
ANIMAL DE ESTIMAÇÃO = despesa extra que se encarcera. Serve pra dar trabalho desnecessário, fazer as necessidades a céu aberto perto da mesa onde você come e eventualmente é barulhento quando você mais quer dormir.
NAMORADO(A) = despesa extra onde se descarrega o acúmulo de hormônios. Porque pra conversar, ir ao cinema, fazer caminhada, tomar uma cerveja e comer uma pizza, basta uma amizade.
CÔNJUGE = despesa extra pra quem quer ser pai/mãe dignamente. Porque ninguém gosta de ser literalmente um filho da ...

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dom e oportunidade

Por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas em determinadas atividades? Por que alguns se tornam goleiros, outros defensores e outros goleadores, se a escolinha de futebol é igual pra todas as crianças?
Sempre entendi que todo ser humano tem um dom. Ou ainda, uma chama de genialidade numa área qualquer. Tem o feeling, o timing, a percepção, o reflexo, mais privilegiados pra essa área desde o encontro do óvulo com o espermatozoide. Por isso um Ronaldinho Gaúcho, mesmo sabendo tudo o que um goleiro precisa fazer, não consegue o mesmo desempenho de um Marcos, e vice-versa. Por isso, Gisele Bündchen é mais que uma modelo, é uma empreendedora do "negócio" Gisele Bündchen, ainda que trocentas outras modelos tenham frequentado rigorosamente o mesmo caminho de preparação. Creio que essas outras sejam modelos competentes, mas "comuns", porque o seu dom genial talvez não seja para a carreira de modelo.
A outra metade que completa o par perfeito do sucesso não acontece à grande maioria das pessoas: a oportunidade precisa para que o dom se manifeste. Muitas delas passam a vida inteira no lugar "errado", na profissão "errada", fazendo a coisa "errada", e se acomodam, se conformam com o destino.
Se você acha que é uma pessoa "comum", comece a observar as coisas que faz muito bem e com as quais se identifica. Na minha opinião, é o primeiro passo para achar a oportunidade em que sua genialidade vai se manifestar.

O lado da tragédia no Rio que a mídia não explora

Foi um crime bárbaro? Sim. Mas foi um caso incomum, eu diria um crime agudo. Não acontece todo dia. Até por isso, a mídia noticiosa se vale do evento para sobreviver dias a fio.
O que a mídia não explora, como produto de consumo, são as vítimas oriundas de problemas crônicos. Não foram apenas doze, atingidas por um maluco assassino, as crianças vitimadas na cidade do Rio de Janeiro naquele dia. Provavelmente foram 120, seja por fome/sede, no tráfico de drogas, no trânsito, maus tratos de parentes, descaso nos hospitais públicos.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Ler em público

Precisa de alguém para LER TEXTOS EM VOZ ALTA em público? Deixa comigo...

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Domador? Eu?

Imagine que você é um biólogo. Vai ao circo e, por coincidência, senta-se ao seu lado o domador. Papo vai, papo vem, você mostra a ele um bom conhecimento sobre leões - hábitos, técnicas de caça, ritual de acasalamento, em que lugar do mundo vivem.
Ele, por sua vez, vai descrevendo como é a profissão que exerce, e o quanto isso tem a ver com todo esse conhecimento que você demonstra ter. E ele vê que você está entendendo tudo, e percebe que você fica até interessado em tentar fazer, também.
A uma certa altura da conversa, ele diz: "Preciso sair, está quase chegando a minha vez de ir ao picadeiro." Vocês se despedem.
Alguns minutos depois, eis que ele surge, trazendo consigo os felinos. E anuncia: "Hoje, senhoras e senhores, uma surpresa em nosso espetáculo! Teremos um novo domador!" E em seguida, ele diz o seu nome.

Eu vivi sensação semelhante, na última semana.

Estudo Alemão, nível intermediário para avançado, numa escola/franquia de minha cidade. Por ser bom aluno nesta língua, por ter feito um teste em Inglês com bom resultado, e por ter demonstrado interesse em tentar dar aulas, fui convidado ao treinamento para isso. Não cabe a mim dizer se o treinamento é bom ou não. A empresa tem resultados, agindo como age. Mas não funcionou comigo. Achei-me pouco testado e, consequentemente, saí considerando-me pouco preparado. Leve em conta, ainda, que nunca fui professor, não tenho nenhuma formação no assunto. E que meu conhecimento de Inglês é muito bom, mas estou afastado do estudo formal da língua há anos. Foi uma surpresa quando deram pra mim, dias depois, algumas turmas. Existe uma enorme diferença entre saber algo e estar preparado para ensinar. Por fim, enxergo em mim um limite para o perfil "professor-ator" que eles exigem, pois... não sei mentir. Eu simplesmente me vi recebendo o chicote e sendo colocado dentro da jaula. O resultado não poderia ter sido outro.