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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Armas

Existem armas de fogo, armas brancas... Constatei no último domingo, porém, que a mais poderosa é transparente.

sábado, 15 de agosto de 2015

Establishment

Aos puristas, peço desculpas pelo título em inglês, mas não encontrei expressão em nossa língua que substitua a palavra neste contexto. Tampouco algum texto na internet que fale do “estabelecimento”, a não ser que se refira a alguma loja...
Instituições como a política e a religião foram "inventadas" em algum momento da história e, desde então, expressas em diversas formas e cores e tamanhos. Discutidas, debatidas, estruturadas e desfeitas, guerreadas. Mas um fato chama a minha atenção: o tamanho de seu poder, pois tão entranhadas estão na cultura da humanidade que ninguém questiona a validade de sua pura e simples existência. Será que precisamos mesmo delas?
Embora tenham por princípio semear palavras como tranquilidade, honestidade, igualdade, solidariedade, fraternidade e outras “dades”, historicamente são as maiores causadoras de fundamentalismo, sectarismo, belicismo e outros “ismos”. 
Jamais se chegou a um consenso sobre o modelo político ideal ou a crença “verdadeira”. Ninguém questiona a existência do sol, mas estamos cercados por inúmeros possíveis deuses e discursos com modelos mágicos de crescimento econômico. E no fim das contas, sempre vejo beneficiada uma meia dúzia de pessoas por cujo caráter não ponho a mão no fogo.
Os outros seres vivos, “irracionais”(!), vivem mais bem organizados e em harmonia do que nós. E sem política ou religião... Ou alguém aí sabe de um formigueiro com câmara dos deputados e templo de oração?

PS: Opa! Agora já são dois textos para o livro “Reflexões de um quase cinquentão”.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Abaixo-assinado pela reformulação da estrutura política brasileira

Por favor, para participar, copie e envie esta mensagem para seus amigos com cópia para jtull65@gmail.com, escrevendo seu nome e cidade abaixo do texto.
Se quiser deixar comentários neste blog, esteja à vontade.
Grato.

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Nós, abaixo-assinados:

1) Por entendermos que o voto obrigatório não é uma atividade de plena democracia, somos pelo voto livre;

2) Por enxergamos que a atividade política é no máximo tão importante quanto a das outras classes profissionais, e nunca mais importante do que elas, somos pela igualdade de tratamento dos políticos nos campos trabalhista e jurídico, sem quaisquer mordomias, privilégios ou outras diferenciações;

3) Por desejarmos políticos PROFISSIONAIS, que tenham preparo e conhecimento para a sua atividade, defendemos a ideia de que, assim como em qualquer outra profissão, seja obrigatório aos candidatos um curso específico (no caso, de nível universitário e especializações) para aquilo com que irão trabalhar, ou seja, os poderes Executivo e Legislativo.

sábado, 11 de setembro de 2010

Sobre cavaletes e democracia

A propaganda eleitoral que suja a cidade, isto é, papel jogado pelas ruas e colado em muros e postes, está proibida em Poços de Caldas. Como substitutos, surgiram uns cavaletes de mais de um metro de altura, estampados com os lindos sorrisos Colgate dos candidatos e as usuais informações (nome, partido, número).
A lei eleitoral permite esse tipo de artefato, mas desconheço um cidadão que aprove. E me pergunto que democracia é essa em que vivemos, em que os moradores de uma cidade têm poder menor que os políticos, ou que a esfera federal, para resolver o que é melhor para o município em que vivem.