Se alguém sugere que eu aumente a carga de exercícios, respondo:
- Considerando que eu faço zero exercício, aumentarei a dose em progressão geométrica!
"Mãe, como é aquela palavra usada em religião quando alguém fica sem comer? JEGIME?" A Déborah filha da Marcia foi simplesmente genial, criou um neologismo juntando jejum e regime. Quando eu quero perder umas gordurinhas do espírito, venho pra cá e escrevo.
sábado, 12 de agosto de 2017
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
terça-feira, 27 de junho de 2017
Sombrinha
Uma coisa boba que me incomoda é aquela parte do livro, perto da lombada, que fica escondida na sombra por causa da posição da luminária. "É só mudar a posição do livro ou da luminária", alguém irá pensar. E é vero ahahahahah
Marcadores:
reflexões de um quase cinquentão,
vida
segunda-feira, 26 de junho de 2017
Baixa visibilidade
Cem anos atrás, quando se dizia "Vou à padaria", "Vou ao sapateiro", "Comprei o jornal" etc. etc., o artigo definido e a falta de nome próprio cabiam bem, pois só havia na cidade uma padaria, um sapateiro, um jornal. Não era necessário perguntar “A qual padaria, a Pão Quentinho ou a da Dona Amélia?”. Cada especialista detinha, em tese, 100% da demanda inerente a sua atividade. A demanda era maior que a oferta.
Veio a internet. Tudo que hoje se possa imaginar, seja como produto ou serviço à venda ou uma mera opinião a emitir sobre qualquer assunto, tem uma profusão de ofertas. Somando o concreto ao virtual, são milhares de possibilidades de compra. E no caso das opiniões, há o Facebook pra todo mundo (expressão literal, neste caso), de leigos a doutores, dizer o que pensa. A “picarataria” dos picaretas e piratas também aumentou seu espaço.
Com os 100% de cada demanda distribuídos por esses tantos que oferecem, e considerando que uns poucos têm muita competência e/ou muito poder de marketing, o que provavelmente está acontecendo é que a maioria das pessoas atrai para si uma parcela da atenção bem pequena, muito pequena, pequena mesmo. De padarias a sapateiros, de professores a encanadores, de semi-analfabetos a doutores. E a tendência, me parece, é seguir nessa toada.
Veio a internet. Tudo que hoje se possa imaginar, seja como produto ou serviço à venda ou uma mera opinião a emitir sobre qualquer assunto, tem uma profusão de ofertas. Somando o concreto ao virtual, são milhares de possibilidades de compra. E no caso das opiniões, há o Facebook pra todo mundo (expressão literal, neste caso), de leigos a doutores, dizer o que pensa. A “picarataria” dos picaretas e piratas também aumentou seu espaço.
Com os 100% de cada demanda distribuídos por esses tantos que oferecem, e considerando que uns poucos têm muita competência e/ou muito poder de marketing, o que provavelmente está acontecendo é que a maioria das pessoas atrai para si uma parcela da atenção bem pequena, muito pequena, pequena mesmo. De padarias a sapateiros, de professores a encanadores, de semi-analfabetos a doutores. E a tendência, me parece, é seguir nessa toada.
sexta-feira, 23 de junho de 2017
Por que será?
Por que será que as pessoas se irritam quando repetimos o que falamos? Por que será que as pessoas se irritam quando repetimos o que falamos? Por que será que as pessoas se irritam quando repetimos o que falamos? Por que será que as pessoas se irritam quando repetimos o que falamos?
Marcadores:
reflexões de um quase cinquentão,
vida
Semana
Existem as segundas-feiras. E existem pessoas que são segunda-feira a semana toda.
Marcadores:
humor,
reflexões de um quase cinquentão
segunda-feira, 19 de junho de 2017
Placas dos meus sonhos
Marcadores:
humor,
reflexões de um quase cinquentão
Assinar:
Postagens (Atom)



