Gosto de Borges, mas de Saramago não.
De Machado de Assis, mas de José de Alencar não.
De Fernando Pessoa, mas de Camões não.
De Agatha Christie, mas de Sidney Sheldon não.
Mais ou menos isso aí, sem radicalismos.
Pronto. Pra quem não me conhece, situei-me um pouco.
Acabei de ler O SÍMBOLO PERDIDO, de Dan Brown. Já havia lido todos seus livros anteriores. Sempre rapidamente.
Ele me impressiona. Tem um ritmo que me agrada, termina os capítulos na hora certa. Cerca uma história banal de vários fatores verídicos - científicos, históricos e geográficos, dando a ela volume e uma ambientação mais plausível. Torna o fictício quase que real.
Pouco importa o que é verdade ou não, ou se suas insinuações filosóficas são eventualmente baratas. Pra mim, é diversão garantida.
Fui.
"Mãe, como é aquela palavra usada em religião quando alguém fica sem comer? JEGIME?" A Déborah filha da Marcia foi simplesmente genial, criou um neologismo juntando jejum e regime. Quando eu quero perder umas gordurinhas do espírito, venho pra cá e escrevo.
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terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Bios-feras
Se você tem mais de 40 anos; gosta de música; já fez parte de uma banda; e já ouviu a discografia de seus artistas favoritos pelo menos 500 vezes, então recomendo ler essas biografias de feras do ramo como as que andam saltando por aí.
Eu já passei pelos títulos NOITES TROPICAIS e TIM MAIA, ambos de Nelson Motta, além das histórias de Beatles, Led Zeppelin, Creedence Clearwater Revival, Freddie Mercury, Eric Clapton, talvez outra que me fuja. A de Paul Mccartney me aguarda.
Isso abre a cabeça pra entender que os caras são todos tão humanos quanto nós, apesar da idolatria, pra conhecer o universo musical em que estavam inseridos, pra saber o porquê de haverem composto aquelas músicas naquelas circunstâncias.
Ich bin gegangen ("Eu fui", em alemão)
Eu já passei pelos títulos NOITES TROPICAIS e TIM MAIA, ambos de Nelson Motta, além das histórias de Beatles, Led Zeppelin, Creedence Clearwater Revival, Freddie Mercury, Eric Clapton, talvez outra que me fuja. A de Paul Mccartney me aguarda.
Isso abre a cabeça pra entender que os caras são todos tão humanos quanto nós, apesar da idolatria, pra conhecer o universo musical em que estavam inseridos, pra saber o porquê de haverem composto aquelas músicas naquelas circunstâncias.
Ich bin gegangen ("Eu fui", em alemão)
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