Um amigo pediu que eu escrevesse hoje uns parágrafos sobre esse assunto. Resolvi reproduzir aqui:
BANCO DE IMAGENS
O que é?
Website ou blog em que são armazenados ilustrações, pinturas, fotografias e vídeos em formato digital. Um banco pode ser de um único autor ou de vários mas, via de regra, não se usa a denominação para páginas que são apenas demonstrativas de portfolio.
Para que serve?
Para venda ou locação de imagens que serão usadas com intuito comercial (propaganda, comunicação visual) ou para ilustrar apresentações digitais (powerpoint, música, vídeo institucional).
No caso de venda, o comprador adquire o direito autoral da imagem e, por consequência, a exclusividade de uso. Na locação, a imagem está disponível para um número pré-definido de utilizações e/ou de tempo.
Como funciona?
Nos grandes bancos, que têm propósito comercial, as imagens são obtidas por download pago ou gratuito.
Estão disponíveis em diversos tamanhos (resolução). Maior a resolução, tanto mais cara. Essa variação ocorre porque algumas situações pedem imagem de melhor qualidade que outras. Por exemplo, a resolução para uso numa página de internet é muito menor que a necessária para a produção de um outdoor. Assim, nem sempre é necessário comprar uma imagem "gigante" e pagar mais caro.
Para o autor, o upload de fotos é gratuito, porém dá algum trabalho. É preciso cadastrar-se e, antes, criar uma conta em algum website de transferência de valores, como o www.paypal.com. Existem padrões de tamanho para as imagens e o autor precisa inserir um título e tags (palavras-chave) anexos a cada imagem que vai para o banco.
Os bancos costumam avaliar a qualidade e/ou viabilidade comercial de uma imagem. Alguns oferecem a possibilidade de, em caso de uma imagem não ser aprovada, o autor escolher se quer ou não que ela vá para as "royalty free", ou seja, as imagens gratuitas.
Quais os principais nomes?
(opinião minha!) Shutterstock, Dreamstime, Istockphoto, Getty Images, Fotolia - todos acessados com www.[nome].com
"Mãe, como é aquela palavra usada em religião quando alguém fica sem comer? JEGIME?" A Déborah filha da Marcia foi simplesmente genial, criou um neologismo juntando jejum e regime. Quando eu quero perder umas gordurinhas do espírito, venho pra cá e escrevo.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
quarta-feira, 30 de julho de 2014
O futebol e eu
Domingo, Palmeiras x Corinthians.
10 minutozzzzzzzzzz de jogozzzzzzzzzzzzz....
ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
ZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZZ....
ÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔ...
(eu acordo: Ô? Não era Z?)
...ÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔL! Do Corinthians! 5 minutos do segundo tempo!
Desligo e volto a dormir. Não existe atualmente para um palmeirense melhor sonífero que futebol.
10 minutozzzzzzzzzz de jogozzzzzzzzzzzzz....
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ÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔ...
(eu acordo: Ô? Não era Z?)
...ÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔL! Do Corinthians! 5 minutos do segundo tempo!
Desligo e volto a dormir. Não existe atualmente para um palmeirense melhor sonífero que futebol.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
América-RJ e Portuguesa-SP
Cheguei a uma conclusão hoje.
Dizem que a torcida do América-RJ cabe numa kombi e a da Portuguesa-SP, talvez num ônibus...
Já sei! É porque esses clubes mandaram os marginais embora!
Dizem que a torcida do América-RJ cabe numa kombi e a da Portuguesa-SP, talvez num ônibus...
Já sei! É porque esses clubes mandaram os marginais embora!
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Votem na capa que criei!
Estou participando de um concurso, criação de capa para um e-book. Votem e compartilhem com os amigos.
Valeu
Zé Elias
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Evangélico não é isso
1) Marco Antonio Feliciano não é evangélico (pois quem segue evangelho não tem esse comportamento), mas deve ser uma BICHA ENRUSTIDA.
2) A cura de que precisamos é contra paspalhos dessa ordem TRAVESTIDOS de líderes religiosos e, pior agora, também políticos.
3) Os verdadeiros evangélicos devem se envergonhar de ter PILANTRAS como representantes.
Pronto, falei.
2) A cura de que precisamos é contra paspalhos dessa ordem TRAVESTIDOS de líderes religiosos e, pior agora, também políticos.
3) Os verdadeiros evangélicos devem se envergonhar de ter PILANTRAS como representantes.
Pronto, falei.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Alguém explica pra mim?
Todo mundo reclama contra a baixaria das campanhas políticas, trocas de acusações mútuas entre os candidatos e coisas do tipo. Aqui onde moro, acredito até que este tenha sido o fator determinante para a vitória, pois o candidato que levou foi "comportado", enquanto seus dois principais adversários ficaram se agredindo. Então, como pode essa mesma baixaria dar tanta audiência a uma novela?
terça-feira, 20 de março de 2012
Dicas para o empresário sobre criação de marca
Se você vai abrir uma empresa ou renovar sua marca, eis as preferências de alguém que trabalha há 25 anos no ramo (eu mesmo).
As cores
O nome
Sou a favor de nomes curtos e que minimizem ou mesmo anulem problemas de dúvidas na grafia ou ao se escutar. Sabe aquele caso do cara cujos pais não têm piedade e o batizam com algo como Jadsteírson? Certamente ele vai ouvir milhares de "O quêêêê?" ao longo da vida.
É a mesma coisa com o nome da sua empresa. Teste trocentas vezes com pessoas próximas, pense se alguém não vai perguntar se é com I ou Y, X ou CH. Nomes estrangeiros são um perigo. Você acha lindo que sua academia se chame FIRE e um dia verá escrito FAIER por alguém que não sabe inglês. Acho que é melhor se chamar Academia Firé; além de ser fácil de falar e escrever, é pouco provável que alguém tenha pensado nele antes.
Importantíssimo é ver se o nome já não está registrado como marca no INPI. Você pode ter que mudar TUDO, caso alguém que tenha marca registrada resolva pegar no seu pé.
A imagem
É a mesma coisa com o nome da sua empresa. Teste trocentas vezes com pessoas próximas, pense se alguém não vai perguntar se é com I ou Y, X ou CH. Nomes estrangeiros são um perigo. Você acha lindo que sua academia se chame FIRE e um dia verá escrito FAIER por alguém que não sabe inglês. Acho que é melhor se chamar Academia Firé; além de ser fácil de falar e escrever, é pouco provável que alguém tenha pensado nele antes.
Importantíssimo é ver se o nome já não está registrado como marca no INPI. Você pode ter que mudar TUDO, caso alguém que tenha marca registrada resolva pegar no seu pé.
A imagem
Ponto mais importante desta conversa. Se o que você vai ter é uma marca, então a função dela é ficar marcada na cabeça de quem vê. Como isso acontece?
1) Originalidade. Se você vai abrir um haras, colocar a imagem convencional de um cavalo junto ao nome NÃO É fazer uma marca. É apenas a trocentésima reprodução daquela imagem de cavalo, que provavelmente se parece com outras tantas. Se você quer uma imagem de cavalo, peça pra quem vai desenvolver a marca que apresente algo diferente, novo, estilizado, ousado. Porque aí ela vai ser vista e associada APENAS a sua empresa. Mas não há necessidade de que a imagem tenha uma relação direta com o seu produto ou serviço. Isto é, no caso do haras, a imagem pode ser algo "nada a ver", desde que seja visualmente agradável e, eventualmente, até tenha "mobilidade". Um exemplo: a marca da empresa de telefonia Vivo.
2) Simplicidade. É um caso parecido com o do nome da empresa: quanto menos elementos, cores e efeitos, mais rapidamente o cérebro "lê" a imagem. Evite degradês, sombras e luzes. Ao menos, na marca básica (em alguma situação pontual, vá lá, até pode-se acrescentar um efeito - mas eu particularmente prefiro sempre o mais simples). Como exemplo contrário, repare nesses brasões de família: se colocados num cartão de visitas, viram uma massaroca incompreensível, dada a quantidade de elementos.
1) Originalidade. Se você vai abrir um haras, colocar a imagem convencional de um cavalo junto ao nome NÃO É fazer uma marca. É apenas a trocentésima reprodução daquela imagem de cavalo, que provavelmente se parece com outras tantas. Se você quer uma imagem de cavalo, peça pra quem vai desenvolver a marca que apresente algo diferente, novo, estilizado, ousado. Porque aí ela vai ser vista e associada APENAS a sua empresa. Mas não há necessidade de que a imagem tenha uma relação direta com o seu produto ou serviço. Isto é, no caso do haras, a imagem pode ser algo "nada a ver", desde que seja visualmente agradável e, eventualmente, até tenha "mobilidade". Um exemplo: a marca da empresa de telefonia Vivo.
2) Simplicidade. É um caso parecido com o do nome da empresa: quanto menos elementos, cores e efeitos, mais rapidamente o cérebro "lê" a imagem. Evite degradês, sombras e luzes. Ao menos, na marca básica (em alguma situação pontual, vá lá, até pode-se acrescentar um efeito - mas eu particularmente prefiro sempre o mais simples). Como exemplo contrário, repare nesses brasões de família: se colocados num cartão de visitas, viram uma massaroca incompreensível, dada a quantidade de elementos.
3) Praticidade. Mais um motivo pra evitar rebuscamentos é que, se você estiver numa cidade pequena sem muitos recursos ou gente qualificada e precisar fazer um cartão ou um banner pra colocar num evento, os degradês e cores e luzes podem virar um quadro de Van Gogh - o que, pra ser exposto num museu, seria maravilhoso. Mas o seu caso será para uma feira de negócios, provavelmente.
As fontes (letras)
Atente para a leitura das letras que escolhe. Alguns tipos mais enjoados deixam as pessoas em dúvida se aquilo é um T ou um J. Escolha uma fácil de ler e pode fugir das "carnes de vaca" Arial, Times e Comic Sans (aliás, não só pode como deve). Existem milhares de fontes interessantes e pouco usadas, mas atenção para direitos autorais, pois algumas fontes não são gratuitas.
Sim, misturar maiúsculas e minúsculas tá valendo, pois uma marca não é uma obra literária. Às vezes, um A minúsculo fica bem perto de um L maiúsculo.
Atente para a leitura das letras que escolhe. Alguns tipos mais enjoados deixam as pessoas em dúvida se aquilo é um T ou um J. Escolha uma fácil de ler e pode fugir das "carnes de vaca" Arial, Times e Comic Sans (aliás, não só pode como deve). Existem milhares de fontes interessantes e pouco usadas, mas atenção para direitos autorais, pois algumas fontes não são gratuitas.
Sim, misturar maiúsculas e minúsculas tá valendo, pois uma marca não é uma obra literária. Às vezes, um A minúsculo fica bem perto de um L maiúsculo.
As cores
O pessoal das grandes agências, usuário do programa Illustrator, vai me matar. Acontece que, imaginando a mesma situação que mencionei no item 3, o que sugiro é que, por ser o programa mais usado Brasil afora, as cores de sua marca estejam naquela palheta básica do Corel Draw.
O que não fazer
Evite misturar a imagem com o nome. A leitura pode ser confusa e, em muitos casos, precisa ser rápida (como a de alguém dirigindo e vendo um outdoor da sua empresa).
É muito comum a gente ver um desenho no meio do nome substituindo uma das letras. Vejam esse caso:
É muito comum a gente ver um desenho no meio do nome substituindo uma das letras. Vejam esse caso:
Eu demoro uns segundos a mais pra ler "Rio" e, se quiser, dá pra se ler "Bio" também...
Outra coisa que não recomendo, pelo mesmo motivo, é colocar uma mesma letra pra servir em dois lugares do nome, como aqui:
Outra coisa que não recomendo, pelo mesmo motivo, é colocar uma mesma letra pra servir em dois lugares do nome, como aqui:
Pra terminar
Sua marca deve ser preservada. Não dá pra sair distorcida, torta, com outro tipo de letra, com outras cores. Assim, em cada lugar vai estar de um jeito, e deixa de ser sua marca. É o mesmo que arrumar um jogador mediano sósia do Neymar, pra entrar em campo no lugar dele, e esperar que as pessoas acreditem que é o original.
Então, exija um manual de utilização de marca da empresa ou pessoa que for fazer o trabalho de criação. Ele deve ter, no mínimo, um quadro com as proporções de altura e largura, os nomes das fontes (letras) escolhidas e das cores utilizadas. Essas cores devem ter duas descrições: uma para impressos (escala CMYK) e outra para vídeo (escala RGB). Se quiser, mande um e-mail e explico a diferença. Quanto às fontes, além da descrição, peça os arquivos de instalação delas e grave-os em tudo que é computador que puder, num canto em que ninguém vá apagar.
Então, exija um manual de utilização de marca da empresa ou pessoa que for fazer o trabalho de criação. Ele deve ter, no mínimo, um quadro com as proporções de altura e largura, os nomes das fontes (letras) escolhidas e das cores utilizadas. Essas cores devem ter duas descrições: uma para impressos (escala CMYK) e outra para vídeo (escala RGB). Se quiser, mande um e-mail e explico a diferença. Quanto às fontes, além da descrição, peça os arquivos de instalação delas e grave-os em tudo que é computador que puder, num canto em que ninguém vá apagar.
Acho que é só tudo isso!
Valeu.
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